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Novo paradigma do desemprego em Portugal

Segundo o Banco de Portugal, o desemprego de longa duração situa-se nos 60%, situação que demonstra bem o panorama do desemprego em Portugal.

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Desemprego em Portugal: Mais de 60% é de longa duração

Novo paradigma do desemprego em Portugal
  • O mercado de trabalho em Portugal tem vindo a deteriorar-se.

De acordo com dados avançados pelo Banco de Portugal, o mercado de trabalho português continua a apresentar condições instáveis e o trabalho é cada vez menos dignificantes.

 

Podemos facilmente perceber, através do Boletim Económico, que o desemprego em Portugal tem sofrido aumentos significativos sendo que, hoje, são já cerca de 60% os desempregados de longa duração.

 

Para o Banco de Portugal, este crescimento excessivo do desemprego em Portugal, mais concretamente do desemprego de longa duração, é um factor de grande preocupação e deverá ser analisada e trabalhada de forma mais activa.

 

Como se sabe, a taxa de desemprego em Portugal fixou-se nos 17,1% nos primeiros meses do ano, mas o desemprego jovem ronda os 25%, uma situação demasiado preocupante e que tem sido a base da emigração do século XXI.

 

Mais desemprego | Desemprego mais longo


Se o desemprego de longa duração é preocupante, não menos preocupante é o facto de o desemprego de extrema duração — superior a 25 meses, ter também crescido consideravelmente nos primeiros 6 meses do ano, representando neste momento cerca de 35% dos desempregados.

 

O desemprego em Portugal assume-se assim como uma forte preocupação do Banco de Portugal já que é considerado como um factor chave para a deterioração das condições de trabalho e da queda salarial que é mais acentuada assim que acaba o período de subsídio de desemprego.

 

Pode ler-se nas páginas do documento do Banco de Portugal que o subsídio de desemprego deve ser o motor de financiamento da busca por um posto de trabalho, incentivando essa procura e estimulando o desempregado. Desta forma, estaremos a caminhar para um decréscimo do desemprego em Portugal e para a criação de um novo paradigma de emprego no nosso país.

 

Além disso, avança-se com a ideia de que é necessário reduzir consideravelmente a carga fiscal a empresas e famílias, de forma ponderada e estável, promovendo uma retoma da economia sustentável e estável.

 

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