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O “Offshore leaks’” revela como se apaga o rasto do dinheiro dos mais ricos

Relatório divulgado por jornalistas revelou o nome dos poderosos que fogem aos impostos e como o fazem

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Bancos ajudam ricos em crimes de evasão fiscal

O “Offshore leaks’” revela como se apaga o rasto do dinheiro dos mais ricos

 

Um grupo de jornalistas de investigação internacional revela dados impressionantes que já caíram como uma bomba no panorama internacional. O relatório, elaborado pelo Consórcio Independente de Jornalismo de Investigação (ICIJ) sobre dezenas de milhares de empresas “offshore” é apenas a ponta do iceberg.

 

Segundo o relatório grandes bancos como o UBS e o Deutsche Bank “trabalham agressivamente” para que os seus clientes tenham sigilo mais do que suficiente para esconderem o seu dinheiro em offshores com o objectivo de fugir aos impostos.

O ‘Offshore Leaks’ resulta de mais de 15 meses de investigação de jornalistas que trabalharam afincadamente, analisando e cruzando informação e dados sobre mais de 130 mil crimes de evasão fiscal.

 

De acordo com os resultados do estudo, entretanto divulgados pelo Diário de Notícias, há toda uma indústria bem remunerada de contabilistas, intermediários e agentes que favorecem a riqueza aos mais ricos, muitas vezes ocultando identidades e interesses, chegando até a casos de lavagem de dinheiro. 

 

O Presidente do Azerbaijão ou o tesoureiro da campanha eleitoral de François Hollande são alguns dos nomes da lista. Relembramos que a quantidade de informação recolhida é 160 vezes superior à do Wikileaks, o que denuncia a dimensão dos dados recolhidos.

O tema ganha especial relevo pelas consequências nefastas da evasão fiscal, que resulta, grosso modo na diminuição da qualidade de vida dos cidadãos comuns do mundo inteiro que acabam por pagar mais ou viver com menos serviços devido às fugas de capital dos seus países de origem.

 

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