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Consumidores descontentes com preços dos seguros de saúde

De acordo com um estudo da DECO, os consumidores revelaram-se bastante descontentes com os seguros de saúde pois consideram o preço como o principal factor negativo, aliado à demora no reembolso e a fraca informação acerca do serviço. Seguradoras como Generali, Império Bonança e Médis foram as que registaram valores mais elevados de satisfação.

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Seguro de Saúde: Consumidores insatisfeitos

Consumidores descontentes com preços dos seguros de saúde

Foi entre Julho e Agosto de 2010 que decorreu o estudo da Associação de Defesa do Consumidor, estudo esse que será publicado na revista Proteste de Março.

Este estudo envolveu uma amostra da população com idades compreendidas entre os 30 e os 74 anos, tendo a DECO recebido 3.137 respostas.

Sendo um seguro de saúde um complemento ao SNS Serviço Nacional de Saúde, destinado a quem procura rapidez e facilidade para aceder aos cuidados médicos; os consumidores neste estudo mostraram o seu descontentamento relativamente a alguns pontos fracos deste produto.

O principal defeito apontado é o elevado preço, seguido da demora no reembolso, em que a maioria dos inquiridos respondeu que teve que aguardar mais de duas semanas, apesar de também se terem verificado respostas como 1 mês (45%) ou mais de um mês (31%); além da fraca informação prestada acerca do serviço.

No ranking das seguradoras com maior índice de satisfação está Generali, Império Bonança e Médis. Já no fim da lista aparecem Tranquilidade, Allianz e a Açoreana.

Neste inquérito, cerca de 2/3 dos participantes não têm seguro de saúde, e desses, metade justifica a sua escolha por achar que se trata de um seguro muito caro.

34% dos inquiridos está satisfeito com o serviço do SNS. 14% até pretendiam subscrever este produto mas foram impedidos pelas seguradoras pois as mesmas alegaram a preexistência de uma doença, daí o desejo de contratar o seguro ou então por estarem ultrapassados os limites de idade estipulados; outros ainda não aderiram por escolha própria pois não viam as suas necessidades satisfeitas com as coberturas incluídas.

Dos restantes participantes neste inquérito, que eram os que tinham seguro, ou seja, 1/3 dos inquiridos, metade afirma que foi por sua iniciativa que tratou de aderir a um seguro de saúde. Já os restantes foi mediante alguma associação ou a própria entidade patronal, ou até porque fazia parte do cartão de crédito.

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