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Os portugueses receiam perder as suas poupanças

Para quem tem depósitos, ou faz investimentos, existe a necessidade de haver uma garantia de que essas poupanças estão asseguradas de alguma forma. Apesar de termos um sistema financeiro estável, o certo é que nenhuma instituição financeira está livre de falir ou de aplicar mal o seu capital. Fique descansado, pois se tal acontecer, o seu património está de alguma forma seguro.

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As minhas poupanças estão seguras?

Os portugueses receiam perder as suas poupanças

Existem mecanismos que permitem reaver o seu dinheiro no caso de falência de um banco, má gestão de capitais ou fraude de um intermediário, como um corretor da bolsa de valores.

Se eventualmente algum banco for à falência, como é o caso do BPP, é accionado o Fundo de Garantia de Depósitos (FGD) que serve para cobrir os montantes quando um banco não os consegue restituir além dos respectivos juros. É o Banco de Portugal que acciona este fundo, depois de observar todas as condições e validar que de facto, a instituição não terá como devolver o valor. Este fundo garante uma indemnização até 100 mil euros por cliente.

Já no caso de falha por parte de algum intermediário com quem trabalhe, existe o Fundo de Garantia de Bolsa (FGB) para o proteger. Assim que se aperceba que foi lesado, envie uma carta registada com aviso de recepção ao intermediário e espere um prazo de 10 dias para que a situação fique resolvida. Se tal não acontecer, tem 15 dias para apresentar o caso à comissão de gestão do fundo, que analisa o processo em 3 meses. Aqui a indemnização é de até 125 mil euros por ano, por cliente.

Sem ser por motivo de falência, um banco ou outra instituição financeira pode não ter como lhe devolver o valor investido e aí terá que recorrer ao Sistema de Indemnização aos investidores (SII), fundo este que indemniza até 25 mil euros por ano, por cliente.

Todos estes fundos têm em comum o seguinte: todos os bancos, instituições financeiras, intermediários, corretores, etc., são obrigados a aderir aos respectivos fundos

O defeito destes fundos é que são limitados, tendo em conta que o valor investido pode ser superior à indemnização máxima atribuída a cada fundo, e nesse caso não há solução senão recorrer aos tribunais para recuperar o restante capital, que é seu por direito.

Os especialistas defendem que os depósitos bancários podem não ser a melhor forma de poupança, devido à actual instabilidade financeira, e como alternativa propõem carteiras diversificadas de títulos líquidos, tendo em conta o perfil do risco do investidor, que podem ser, por exemplo, carteiras de obrigações de empresas de utilidade pública. No entanto, os depósitos também têm a vantagem de actualmente estarem a ser propostos com boas condições, nomeadamente, juros atractivos. O segredo é não concentrar todo o seu capital numa única forma de investimento. O ideal é diversificar!

 

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