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Portugal deixou o plano de assistência. Não acabou a austeridade. Temos agora liberdade. Saberemos usá-la?

Três anos volvidos desde o início do programa de austeridade. Muitos sacrifícios foram feitos. Conseguimos a saída limpa. E agora? Saberemos utilizar esta liberdade? Vamos continuar com a austeridade?

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NewsLetter

Portugal deixa Plano de Assistência mas mantém austeridade

Portugal deixou o plano de assistência. Não acabou a austeridade. Temos agora liberdade. Saberemos usá-la?
  • Três anos que não deixam saudades;
  • Uma saída limpa!
  • Temos de novo liberdade?

Foi conhecido no dia 4 de Maio que Portugal, passados três anos de avaliações, de austeridade e de imposições dos nossos principais credores internacionais que nos emprestaram largas dezenas de milhares de milhões de euros, deixa o programa de assistência financeira da Troika.


Três anos que não deixam saudades:


Os últimos três anos foram anos de grandes sacrifícios e de austeridade. As famílias portuguesas assistiram a aumentos de impostos e cortes de prestações sociais ao mesmo tempo que os salários e pensões eram cortados e que o desemprego aumentava.

 

As famílias e empresas portuguesas ajustaram-se. Cortaram nas suas despesas para poderem sobreviver aos cortes e a uma nova realidade económica. Falta, contudo, um ajuste da parte do Estado com muitas reformas que ficam por fazer e muitas “gorduras” que têm de ser eliminadas.

 

Saída “limpa”!


Muito se falou e se discutiu sobre o modelo da saída. Se seria uma saída sem condicionalismos ou uma saída com um programa cautelar, programa que obrigaria o Governo a novas medidas de austeridade e de reforma do Estado.

 

Para esta saída contou bastante a almofada financeira que tem vindo a ser criada pelo Governo, sob a forma de uma reserva de 15 mil milhões para garantir as necessidades de financiamento para os próximos doze meses. Há quem critique esta medida pois tem consequências no pagamento de juros. No entanto, Moreira Rato fez o que qualquer bom gestor financeiro faria: garantir, de forma conservadora, a sobrevivência.

 

Almofada deu força negocial:


A referida almofada financeira e algum critério nos cortes do passado – que nos trouxe credibilidade – deu força negocial ao governo para evitar novas medidas e compromissos. No entanto, esta falta de compromisso para o futuro traz-nos um grande risco. Na véspera de duas importantes eleições em Portugal, a estratégia de futuro esta ameaçada pelo eleitoralismo (aliás, algo visível em algumas medidas espelhadas no Documento de Estratégia Orçamental).

 

Temos a liberdade. Saberemos utilizá-la?

Maria Garcês
portugal deixa Plano de Assistência mas mantém austeridade - Dúvidas e Questões

Maria Garcês Comentado há 19 days 4 months 3 years

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