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Casos flagrantes de incoerências no percurso académico de grandes nomes da política.

O fenómeno não é só em Portugal. Um pouco por toda a Europa são vários os casos conhecidos de políticos mais ou menos instruídos. Equivalências duvidosas em licenciaturas, mestrados que não existem, teses copiadas…divulgamos-lhe agora a lista das irregularidades mais conhecidas.

 

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Os políticos e os currículos

Casos flagrantes de incoerências no percurso académico de grandes nomes da política.
  • Conheça as irregularidades dos cursos universitários dos governantes.

 

Miguel Relvas

Depois da Inspecção Geral de Educação e Ciência ter ordenado a verificação do processo de atribuição de equivalências da sua licenciatura na Universidade Lusófona, o nome de Miguel Relvas disparou nos media pelas piores razões. O ex-ministro, que acabou por pedir demissão a 4 de Abril, cumpriu a licenciatura em Ciência Política em apenas um ano e teve equivalência a 32 das 36 cadeiras pela sua “experiência política”. O relatório da inspecção revelou que a classificação devia ter sido atribuída através da realização de uma prova escrita.

 

José Sócrates

A grande controvérsia na licenciatura em Engenheira Civil na Universidade Independente de Sócrates resulta da cadeira Inglês Técnico ter aparecido assinada pelo reitor da Independente, o que não acontece no documento original, que é escrito a azul e não é assinado pela mesma pessoa. No entanto, o Departamento de Investigação e Acção Penal (DCIAP), onde decorreu o inquérito concluiu não houve qualquer ilegalidade.

 

Joe Biden

O actual braço direito de Barack Obama plagiou um trabalho em Metodologia Legal na Law School (Faculdade de Direito). O vice-presidente dos EUA  justificou como um “erro” da mocidade, pois não sabia que tinha de citar as fontes com cuidado. Joe Biden foi também acusado de plagiar discursos de outros políticos.

 

Jeroen Dijsselbloem 

O atual presidente do Eurogrupo e ministro das Finanças holandês teve que retirar do currículo o mestrado em Economia Empresarial porque o mestrado…“não existia”.  

 

Vladimir Putin

Vladimir Putin concluiu um doutoramento em Economia, cuja tese levantou polémica. Putin inseriu na sua tese textos de professores da Universidade de Pittsburgh escritos 20 anos antes A verdade é que o reitor que firmou o grau de doutor, Vladimir Litvinenko, continuou perto de Putin e garantiu algumas regalias e cargos de importância que se mantêm até aos dias de hoje.

 

Karl-Theodor zu Guttenberg 

O ministro da Defesa alemão apresentou a demissão na sequência de acusações de plágio na sua tese de doutoramento. A Universidade de Bayreuth a retirou-lhe mesmo o grau de doutor em Direito." O político reconheceu que cometeu “graves erros” no seu trabalho académico. Angela Merkel defendeu a permanência de Guttenberg no Governo, dizendo que tinha nomeado um “ministro da Defesa, e não um assistente académico”. O agora ex-ministro superou Merkel nos barómetros de simpatia dos políticos alemães.

 

Annette Schavan 

A ministra da Educação – sim, da pasta da educação - alemã foi obrigada a demitir-se em fevereiro por ter plagiado a tese do seu doutoramento. O título obtido há três anos pela Universidade de Dusseldorf foi considerado inválido uma vez que a sua a tese tinha características de plágio.

 

Pal Schmitt 

0 presidente húngaro apresentou a demissão depois da Semmelweis University, em Budapeste, lhe retirar o doutoramento em Desporto. A universidade concluiu que 180 páginas do trabalho, de um total de 215, eram “particularmente idênticas” e 17 eram “completamente idênticas”. 

 

Zsolt Semjén

O vice-primeiro ministro húngaro foi também acusado de plagiar a sua tese de doutoramento. A presidente da universidade explicou na altura que não podia desencadear qualquer investigação, pois não são “uma autoridade” e, por isso, “não existirá qualquer consequência legal” da parte da universidade. 

 

Victor Ponta

Mais um caso de plágio da tese de doutoramento. o primeiro-ministro romeno foi acusado de ter plagiado a sua tese de doutoramento sobre o funcionamento do Tribunal Penal Internacional, na Universidade de Bucareste. Mais de metade das 432 páginas da tese “consiste em texto copiado”. Victor Ponta não apresentou a demissão e é ainda hoje o primeiro-ministro romeno.

 

Fonte: Dinheiro Vivo

Maria Garcês
os políticos e os currículos - Dúvidas e Questões

Maria Garcês Comentado há 11 days 5 months 2 years

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