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Crise obriga a uma redução drástica nos organismos públicos.

Pedro Passos Coelho, líder do PSD pretende reduzir no mínimo em 50% o número de organismos públicos ao longo dos próximos quatro anos. Além de um Estado mais leve irão existir mais privatizações.

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Menos organismos públicos

Crise obriga a uma redução drástica nos organismos públicos.

 

Até ao fim do mês de Setembro irá ser avaliada a dimensão das administrações central, regional e local e definir quais as entidades que poderão deixar de existir, ou serem fundidas com outras, ou transferidas ou até serem cedidas a entidades privadas, tudo para emagrecer a estrutura do Estado.

Apesar do acordo com a troika já ter determinado algumas das acções necessárias, o líder do PSD quer ir um pouco mais longe e além de diminuir toda a estrutura pública, vai avançar com privatizações e apoiar as exportações.

Algumas das alterações passam pelo prazo de pagamento até 60 dias para os fornecedores do Estado; as empresas públicas que actuem em monopólio vão passar a ter apenas três elementos na administração; recursos humanos, recursos de contabilidade e jurídicos terão que passar a ser partilhados pelos vários ministérios.

Quanto a privatizações, as empresas de transportes, a Lusa e a RTP são entidades públicas que Passos Coelho pretende vender. Também a Caixa Geral de Depósitos terá que deixar de ter na sua lista a companhia de seguros e a área da saúde, ou seja, a MultiCare. Passará a ter uma gestão autónoma do poder político e servirá de elo de ligação às exportações. Mediante apoios fiscais a empresas exportadoras, a instituição financeira será orientada para financiar as empresas do sector exportador, que vão ter um acesso facilitado a crédito bancário e seguros de crédito. 

Finalmente, a aposta em mercados diversificados como a China, Índia, os PALOP, EUA, que revelam um potencial de crescimento.

 

Maria Garcês
menos organismos públicos - Dúvidas e Questões

Maria Garcês Comentado há 22 days 3 months

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