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Portugal precisa de voltar ao crescimento rapidamente

Desengane-se quem pensa que a saída da Troika nos vai trazer a liberdade de decisão. A dívida pública portuguesa (quer do Estado quer das empresas) encontra-se a níveis preocupantes, pelo que a economia terá de continuar as reformas

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Dívida Pública portuguesa não para de aumentar

Portugal precisa de voltar ao crescimento rapidamente
  • Portugal não precisou de um novo programa de assistência
  • Depois da Troika vamos continuar a ser vigiados de perto
  • Portugal tem de se reformar para baixar o seu endividamento
Dia 18 de Maio de 2014 foi um dia em que se celebrou a saída de Portugal do Plano de Assistência Financeira. Foram realizadas várias cerimónias de celebração. Mas desengane-se quem pensa que a Troika saiu de vez de Portugal.

Não precisámos de um novo plano de assistência


Depois de três anos de austeridade, Portugal não precisou de um novo plano de assistência financeira. Os cerca de 78 mil milhões de euros de empréstimos da Troika foram suficientes para satisfazer as nossas necessidades de financiamento.

Depois da Troika, o que nos resta?


Vários responsáveis Europeus continuam a dizer que "é preciso continuar os esforços" para que o país "reduza os elevados níveis de dívida pública". Isto porque a dívida pública portuguesa no final de 2013 ascendia a 213.631 milhões de euros, ou o equivalente a 129% do PIB (Produto Interno Bruto).

Se falarmos das empresas, o endividamento total é próximo de 185% do PIB (ou 306.973 milhões de euros).

De dia 18 em diante, Portugal receberá semestralmente os responsáveis da Comissão Europeia de modo a fazer um "acompanhamento pós-programa". Portugal terá de continuar a "dar satisfações" aos seus credores.

É essencial continuar com as reformas


Portugal necessita de aprofundar as reformas e tem de voltar ao crescimento económico com muita urgência. Estamos numa situação em que o nosso endividamento é crítico e perto do limiar de se tornar insustentável. Se queremos baixar a dívida pública temos de mudar de paradigma. As famílias já se adaptaram a uma nova realidade. Estará o Estado disposto a tomar essa mesma opção?

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Maria Garcês
dívida Pública portuguesa não para de aumentar - Dúvidas e Questões

Maria Garcês Comentado há 7 days 5 months 2 years

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