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Famílias perdem capacidade de assumir compromissos

Agora mais do que nunca é essencial destinar algum dinheiro para poupança pois vivemos uma fase pouco segura e é bastante importante formar um pé-de-meia que faça face a eventuais despesas que não estejam previstas no orçamento ou para fazer face a despesas já habituais em caso de desemprego. A DECO tem desempenhado a sua função no apoio a famílias que vivem em situações inesperadas.

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Desemprego faz crescer sobreendividamento

Famílias perdem capacidade de assumir compromissos

O Gabinete de Apoio ao Sobreendividado (GAS) da DECO - Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor, tem sido procurado não tanto por pessoas com baixos rendimentos ou pouca escolaridade mas antes médicos, juízes, professores, etc, entre os 35 e os 45 anos.

Tendo em conta que no último trimestre de 2010, Portugal chegou a atingir uma taxa de desemprego de 11,1%, percebe-se claramente que a principal causa para a procura por este gabinete seja o desemprego.

Os números ilustram bem a procura por este apoio se compararmos os dois primeiros meses do ano de 2008 em que o gabinete deu inicio a 272 processos e de 2011, em que iniciou 619 processos.

Quando a causa não é o desemprego de um dos membros do agregado familiar, pode também ser a doença, a degradação das condições de trabalho e finalmente o divórcio.

O problema é que muitas famílias chegam à DECO já muito tarde pois existem já processos em tribunal e quando assim é, a Associação já não pode intervir, apenas aconselhar as famílias a fazerem um orçamento familiar, o que é válido quer se esteja endividado ou não. A elaboração de um orçamento é fundamental se queremos gozar de boa saúde financeira, além de ajudar a perceber as despesas que se tem, já que muitas vezes as pessoas sabem quanto ganham mas não têm noção de onde gastam o dinheiro. A poupança é a palavra de ordem hoje em dia se queremos antecipar imprevistos.

A DECO aconselha a que os jovens não se coloquem nesta situação e avisa que a podem evitar se ponderarem bem acerca de recorrer ao crédito habitação. Apesar de todos querermos ser proprietários e viver numa casa que é nossa, a hipótese do arrendamento não deve ser colocada de parte, até porque a prestação de um crédito nunca vem só. É necessário somar seguro de vida, seguro habitação, condomínio, impostos, etc.

Também existe outra perspectiva acerca do endividamento, que é a visão das empresas de crédito, que defendem que o endividamento não é mau de todo pois ao fazer, por exemplo, um crédito habitação estamos a contribuir para a constituição de património para as gerações futuras, além disso, apesar de endividadas, a maioria das famílias está a conseguir cumprir as suas obrigações financeiras.

Maria Garcês
desemprego faz crescer sobreendividamento - Dúvidas e Questões

Maria Garcês Comentado há 8 days 5 months 2 years

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