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Troika apoia CGD nos seguros

A troika deu autorização para a Caixa Geral de Depósitos continuar com o negócio dos seguros, que aliás, representam 40% dos lucros do grupo. Para a troika, o importante é que o banco consiga reforçar os rácios de capital com a venda de activos não-estratégicos e sem necessidade de apoio do Estado. A decisão final fica do lado do Governo.

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CGD continua com seguros

Troika apoia CGD nos seguros

 

Apesar de no Programa do Governo estar prevista a venda total das participações no sector dos seguros, a troika deu autorização para o banco manter parte das participações, que aliás representam 40% dos lucros do grupo.

A área seguradora da CGD domina já um terço do mercado nacional, tendo obtido um resultado positivo de 65,8 milhões de euros, no primeiro semestre do ano.

As seguradoras pertencentes à Caixa Seguros e Saúde contabilizaram, no fim do mês de Junho, um montante de prémios de seguro directo, incluindo a actividade no estrangeiro, de 1,7 mil milhões de euros. As seguradoras que contribuiram para este resultado são: Fidelidade Mundial, Império Bonança, Via Directa, Multicare, Cares e Companhia Portuguesa de Resseguros (CPR).

O acordo feito com a troika é que o grupo pode manter as participações, desde que consiga reforçar os rácios de capital com a venda de activos não-estratégicos e sem necessidade de apoio do Estado.

O reforço dos rácios de capital pode ser feito como o grupo quiser. Para a troika , o importante é que não o faça recorrendo à linha de capitalização pública de 12 mil milhões de euros, uma vez que está disponivel para as instituições privadas.

Cabe agora à Caixa decidir o que fazer e se quiser, vender apenas parte do capital da Caixa Seguros e Saúde. A única exigência é que cumpra o acordo feito com a troika. No entanto, a decisão final pertence ao Governo, que sempre defendeu a venda total das participações na área seguradora

 

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