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Guerra entre seguradoras

Com a crise, as seguradoras assistem às mudanças no sector dos seguros. Ora são descontos na adesão a dois seguros diferentes, ora a diminuição do valor do prémio pago, assim se trava a guerra entre as seguradoras. A banca também veio prejudicar o negócio das seguradoras com os seus fantásticos depósitos a prazo. Por estes motivos, o sector acredita que haverão fusões e, portanto, uma maior consolidação do mercado.

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A guerra dos seguros

Guerra entre seguradoras

 

O seguro automóvel é um bom exemplo de como à medida que os anos passam, menos se paga de prémio. De acordo com dados da Associação Portuguesa de Seguradores (APS), entre 2006 e 2010, em média, o preço do seguro automóvel reduziu cerca de 71 euros. 

Esta redução foi motivada pela diminuição da gravidade dos sinistros, o que implica menos custos para as seguradoras, o que permite uma redução no preço.

Como forma de captação de mais clientes em vários produtos de seguros, muitas companhias  oferecem descontos para quem já é cliente. É o caso da Allianz que oferece descontos de 50% no seguro dentário para quem contratar o Allianz Auto.

O sector segurador tem assistido a quebras porque os clientes também têm retirado o seu dinheiro dos seguros PPR para aplicarem em depósitos a prazo na banca.

Pedro Seixas Vale, presidente da Associação Portuguesa de Seguradores (APS), acredita que a tendência será para desaparecer seguradoras, resultante de fusões, de forma a uma maior consolidação do mercado e consequente sobrevivência dos melhores.

A acontecer este cenário, o desemprego é uma consequência óbvia, porque também actualmente há cada vez menos capacidade dos clientes para contratarem seguros.

Além disso, este é o sector com a maior rede de vendas do país, com 40 mil pontos de venda, distribuidos por mediadores de seguros, estações dos CTT, agências bancárias e até supermercados.

 

Maria Garcês
a guerra dos seguros - Dúvidas e Questões

Maria Garcês Comentado há 10 days 5 months 2 years

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